17 novembro 2006


Poema à mãe:

Eu vou dizer a verdade:
Nem sempre me portei bem!
Mas que importância isso tem?
Tu amas-me (não amas?!)
E isso é que é preciso.

Adoro-te mãe...
Mas eu sei
Que nunca me expressei
Duma forma tão directa...
Mas parece que atingi a minha meta
E tu já és feliz...
Mas eu continuo
A ser infeliz!

Perguntas-me “porquê”?
Porque estou arrependida.
Perguntas-me “do quê”?
De andar perdida.

Sim, eu ando perdida
No meio de tanto amor
E não gosto da minha maneira de ser
Por te estar a fazer sofrer!

Eu nunca mais
Vou poder esquecer
Isto, que apesar de não mostrar,
INSISTO:
Perdoa-me, Mãe!

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