Porquê, pergunto eu. Porque é que basta um sorriso de um ser pequenino para nos chamar à razão, para nos lembrarmos daquilo que queríamos ser e não concretizámos...!? E porque é que ele nos lembra daquilo que não quisemos ser?
A minha mente vagueia em busca de respostas... mas nenhuma resposta me satisfaz. Não sou daquelas que daria tudo para voltar a esses tempos, pelo contrário, sou das que daria tudo para que elas não me influenciassem no dia-a-dia, pois tive uma infância um pouco infeliz.
Felicidade - o quão subjectiva é! Num momento podemos estar felizes e noutros estamos infelizes... num momento sentimo-nos bem e noutro incompletos... Mas que raio de vida! Que raio de ser humano!
Porque é que eu não me posso rodear de pessoas normais? Ou melhor - já que o significado «pessoas normais» parece ter-se modificado -, porque é que não me posso rodear de pessoas especiais? Era tão mais fácil para mim!
As pessoas normais agora parecem inundar-se em futilidades e eu, que nao ligo nada a isso, onde fico? Oiço as minhas amigas a falarem da última moda, a conversarem sobre determinadas músicas... tudo conversa que se podia resumir numa conversa de, vá lá, vinte segundos...!
E depois eu é que sou diferente, sou "especial", como já me disseram algumas vezes. Ou que tenho um grande coração.. - coração esse que ninguém se lembra!) Mas eu não quero ser especial, não quero ser diferente das outras raparigas.. ou melhor, até quero. Se isso contribuir para que seja uma pessoa melhor... mesmo que isso me distancie dos meus amigos...
Mas isso custa, custa tanto! Ninguém parece compreender o quão pouco à vontade estou dentro de um grupo do qual penso não fazer parte, um grupo constituído por pessoas que não têm muito a ver comigo e algumas das quais só conheço de vista...
Ás vezes penso na estúpida que sou. Acompanho-as sempre onde quer que elas queiram ir, chegando até a cancelar planos, e, quando eu preciso mesmo de ir a algum lado, nenhuma das duas está lá para ir comigo. Vou sozinha. Como sempre. Na verdade, sempre fui sozinha... a minha independência nesses aspectos é grande, infelizmente... e noutros estou completamente presa...
Pergunto-me como será o meu futuro. Será que vou conseguir encontrar alguma felicidade? Ser ainda mais forte? Será que alguém vai gostar mesmo de mim?
Perguntas que estão sem resposta por enquanto... mas só por enquanto.
A minha mente vagueia em busca de respostas... mas nenhuma resposta me satisfaz. Não sou daquelas que daria tudo para voltar a esses tempos, pelo contrário, sou das que daria tudo para que elas não me influenciassem no dia-a-dia, pois tive uma infância um pouco infeliz.
Felicidade - o quão subjectiva é! Num momento podemos estar felizes e noutros estamos infelizes... num momento sentimo-nos bem e noutro incompletos... Mas que raio de vida! Que raio de ser humano!
Porque é que eu não me posso rodear de pessoas normais? Ou melhor - já que o significado «pessoas normais» parece ter-se modificado -, porque é que não me posso rodear de pessoas especiais? Era tão mais fácil para mim!
As pessoas normais agora parecem inundar-se em futilidades e eu, que nao ligo nada a isso, onde fico? Oiço as minhas amigas a falarem da última moda, a conversarem sobre determinadas músicas... tudo conversa que se podia resumir numa conversa de, vá lá, vinte segundos...!
E depois eu é que sou diferente, sou "especial", como já me disseram algumas vezes. Ou que tenho um grande coração.. - coração esse que ninguém se lembra!) Mas eu não quero ser especial, não quero ser diferente das outras raparigas.. ou melhor, até quero. Se isso contribuir para que seja uma pessoa melhor... mesmo que isso me distancie dos meus amigos...
Mas isso custa, custa tanto! Ninguém parece compreender o quão pouco à vontade estou dentro de um grupo do qual penso não fazer parte, um grupo constituído por pessoas que não têm muito a ver comigo e algumas das quais só conheço de vista...
Ás vezes penso na estúpida que sou. Acompanho-as sempre onde quer que elas queiram ir, chegando até a cancelar planos, e, quando eu preciso mesmo de ir a algum lado, nenhuma das duas está lá para ir comigo. Vou sozinha. Como sempre. Na verdade, sempre fui sozinha... a minha independência nesses aspectos é grande, infelizmente... e noutros estou completamente presa...
Pergunto-me como será o meu futuro. Será que vou conseguir encontrar alguma felicidade? Ser ainda mais forte? Será que alguém vai gostar mesmo de mim?
Perguntas que estão sem resposta por enquanto... mas só por enquanto.
