10 dezembro 2009


Porquê, pergunto eu. Porque é que basta um sorriso de um ser pequenino para nos chamar à razão, para nos lembrarmos daquilo que queríamos ser e não concretizámos...!? E porque é que ele nos lembra daquilo que não quisemos ser?
A minha mente vagueia em busca de respostas... mas nenhuma resposta me satisfaz. Não sou daquelas que daria tudo para voltar a esses tempos, pelo contrário, sou das que daria tudo para que elas não me influenciassem no dia-a-dia, pois tive uma infância um pouco infeliz.
Felicidade - o quão subjectiva é! Num momento podemos estar felizes e noutros estamos infelizes... num momento sentimo-nos bem e noutro incompletos... Mas que raio de vida! Que raio de ser humano!
Porque é que eu não me posso rodear de pessoas normais? Ou melhor - já que o significado «pessoas normais» parece ter-se modificado -, porque é que não me posso rodear de pessoas especiais? Era tão mais fácil para mim!
As pessoas normais agora parecem inundar-se em futilidades e eu, que nao ligo nada a isso, onde fico? Oiço as minhas amigas a falarem da última moda, a conversarem sobre determinadas músicas... tudo conversa que se podia resumir numa conversa de, vá lá, vinte segundos...!
E depois eu é que sou diferente, sou "especial", como já me disseram algumas vezes. Ou que tenho um grande coração.. - coração esse que ninguém se lembra!) Mas eu não quero ser especial, não quero ser diferente das outras raparigas.. ou melhor, até quero. Se isso contribuir para que seja uma pessoa melhor... mesmo que isso me distancie dos meus amigos...
Mas isso custa, custa tanto! Ninguém parece compreender o quão pouco à vontade estou dentro de um grupo do qual penso não fazer parte, um grupo constituído por pessoas que não têm muito a ver comigo e algumas das quais só conheço de vista...
Ás vezes penso na estúpida que sou. Acompanho-as sempre onde quer que elas queiram ir, chegando até a cancelar planos, e, quando eu preciso mesmo de ir a algum lado, nenhuma das duas está lá para ir comigo. Vou sozinha. Como sempre. Na verdade, sempre fui sozinha... a minha independência nesses aspectos é grande, infelizmente... e noutros estou completamente presa...
Pergunto-me como será o meu futuro. Será que vou conseguir encontrar alguma felicidade? Ser ainda mais forte? Será que alguém vai gostar mesmo de mim?
Perguntas que estão sem resposta por enquanto... mas só por enquanto.



12 novembro 2008

Olho-me ao espelho

Vejo a cara de sempre;

Simples e sem graça

Com um sorriso ausente!


Quanto mais estou convencida

Mais me tento iludir

Se me dizem que sou bonita,

Porque é que não me sinto assim?


Só queria sentir os teus braços

A apertarem-se em meu redor,

Sentir que em terrenos alheados

Consigo esquecer tamanha dor!


Quando me elogiam

Eu finjo não ouvir

E depois penso que sim

Só para me iludir.


Mal entro na escola

Vejo olhares inquiridores

Caras desconhecidas a tentar não rir

E os que riem, os pequenos amadores.


Sento-me na carteira

Sem ligar aos murmurinhos;

Presto atenção à aula

E sigo os meus caminhos.


Quero mudar, quero esquecer

Tudo o que vi até agora;

Eu acredito no destino

E quero ir daqui para fora!


08 dezembro 2007

New Lay!
Adorei-o.. Tive centenas de templates a minha escolha, e escolhi este. Aquilo tem bués templates LINDOS. Fiquei indecisa, mas escolhi este.
Espero que gostem.
Beijos

01 dezembro 2007


1.É dificil controlar

É dificil esquecer.

E é tão facil amar

E depois te perder.


2.É dificil viver

À sombra de alguém.

E é tao facil de ver...

Amo-te como ninguém.


3.Perdoa-me, amor

A vida as vezes é assim

Por favor, volta para mim

Quero sentir o teu calor!


4.Viver por ti,

E chorar por ti.

Abraçar-te

E beijar-te.

5.Sermos felizes juntos

Viver calma e bem

Uma relação

Que faz explodir o coraçao!


6.Perdoa-me, amor


A vida as vezes é assim


Por favor, volta para mim


Quero sentir o teu calor!

7. Quero ter a certeza

Que sou tudo para ti

Tocar-te sem medo

E contar-te um segredo.


8. Muita coisa eu escondo

Nunca contei a ninguém!

Será que me entendes?

Eu de mim nada sei!!



9.Perdoa-me, amor

A vida as vezes é assim

Por favor, volta para mim

Quero sentir o teu calor!



Quero-te, Sara Marques, 14 anos-canção

25 novembro 2007

Para uma amiga

Estás presente no meu peito,
Mas ausente na realidade.
Cada vez menos nos vemos
E eu sinto saudades tuas.

Mas que posso eu fazer?
Já falei contigo...
Mas tu negaste!
E connosco te chateaste.

Sofremos com isso
E tu pareces nem dar conta.
Nós somos um grupo, sim
Contigo ou sem ti,
Nós somos um grupo.

Gostava de te abraçar
Sem ter medo que alguém
Te venha tirar
De ao pé de mim.

Não digas que não!
Sabes bem que há sempre
Alguém com quem fales
Ainda mais que nós.

Tu afastas-te
É como se nao quisesses
Saber das nossas coisas...
Porquê? Porquê?

Eu adoro-te!
Sabes que sim
Então, porque é que
Tem de ser sempre assim?

Adorava dar-te novamente
A minha mão para apertares
E, nos momentos tristes,
O meu ombro para chorares.

Andar-mos as quatro juntas
E não sair de ao pé de ti
Desabafar contigo
E sentir me tão bem
Como nunca mais senti.

Não digo que elas não sao boas amigas
Mas faltas me tu!
Alegras o meu dia
Com as tuas parvoices.

Volta para mim!
Isto vai voltar ao normal.
Um dia só para as quatro...
Vai ser fenomenal!

Adoro-te sabes disso. Eu sei que te esforças pela nossa amizade, não vi eu as tuas tentativas para manteres uma conversa? Mas também deves saber do que falo, pois estavamos nós a acabar a conversa, e ja estavas tu a falar com o André. Mas a nossa amizade não é preciso andarmos coladas umas as outras, claro que tambem podes estar com outras pessoas. Mas, por favor, nao digas que ja nao somos um grupo. Em FC, nós estávamos as três juntas a conversar, apenas tu lá faltavas. Estavas na mesa ao fundo com os rapazes!
Temos de ter uma tarde só para as quatro. Num feriado, num dia.... perto do Natal.
Sinto me muito mais distante de ti, e isso não é bom! Não é bom quando quero contar te as coisas e as vezes não estás lá. Mas eu vou fazer um esforço. Vais ver que tudo corre bem.

07 julho 2007

Já não existe amor


Se me ouves
Neste triste momento
Fala comigo,
Não me escondas nada.

Peço desculpa…
Mas errar é humano
Quantas vezes eu te perdoei,
Quantas vezes te atiraste aos meus pés,
Fazendo-te de arrependido!?

Aliás, esquece o motivo desta carta
Que nunca devia ter sido escrita.
Acho que a vou guardar para mim
Porque agora só pensar em ti já me irrita.

Vou deixar que esta carta
Saia do computador
E entre na tua alma…
Vou deixar-te com remorsos
E dizer-te que, entre nós:
JÁ NÃO EXISTE AMOR!

13 junho 2007

Querida mãe:

Não vais ler esta carta, eu bem sei! Mas nao me importo...
Desde cedo que me tratas como se fosse um bebé. Já nao sou, mas tu nao percebes isso.
Cada vez mais, liberto me da tua asa, e tu nao reparas. Aliás, puxas me à força para eu voltar.
Mas tens de entender. As coisas nao sao como nós queremos.
Temos de nos sujeitar ao que temos! E deixar para la o que queremos e nao podemos ter.
Gostava de um abraço sincero teu, um abraço adulto. Nao como aqueles que me das, que me fazem sentir uma criança, porque eu nao quero. Quero e sentir aqueles que me fazem crescer, aprender e sobreviver, como se fosse para uma floresta perdida, buscar comida e aquecer me.
Mas devo dizer que te adoro.
Mais que tudo!
Nao concordo com quem diz que as filhas dao se melhor com os pais, e os filhos com as mães. Ou entao, eu sou uma excepçao. Mas nao me parece.
Apesar de tudo, sei que tu queres o melhor para mim.
Isto nao é para te deitar abaixo, nem por sombras... Isto é um sonho meu, uma carta minha, recheada de dor e imaginação.
Podem dizer que sou falsa, mentirosa, que só faço isto para terem pena de mim ou chamar a atençao, mas isso nao e verdade. Ninguem manda no meu tipo de escrita, ninguem manda naquilo que eu escrevo. Se tem problemas, resolvam nos sem me meter ao barulho.
Esta carta ja ultrapassou os limites, bem vejo.
Mas eu nao te vou entregar, mae.
Vou deixa la sair do computador e ir directa a tua alma.

Adoro te, mae!