Carta para a Ana:
Ana, eu sei
Que nem sequer vais ver esta mensagem...
Talvez esteja a gastar tempo em vao
Mas nao me importo, tu es mais importante!
Nao te vou dizer nada
Porque a vida tem muitos segredos
Mas uma coisa te digo:
Isto é um secreto pedido de desculpas
Pelas coisas que fiz
Pelas atitudes que tive
Por cada coisa que pensei!
Eu quero dizer-te tanto para nao te preocupares
Para nao ligares
Que sao parvoices minhas...
Mas nao consigo!
Nao consigo... odeio mentir!!!!!
Graças a ti,
Aprendi a "controlar" os meus pais
Mesmo nao sendo assim mal educada...
Houve uma altura
Depois de eu me ter chateado
Que me irritaste
Porque tu nunca admites os teus erros
Ou as coisas que fazes, já reparaste?
Pois.... mas nao e disso que eu estou a falar!
Olha, a Laura disse-me uma coisa
Bastanta má para mim....
É que isto nao e assim
Tu disseste-lhe que eu estava a ser injusta?
Mas nao.. eu "magoei me" a serio
Com aquilo dos graficos.
Desculpa, mas ninguem e igual!
Todos somos diferentes...
Infelizmente, tenho muitos defeitos
E tu também pagas por isso!
Eu acho que este poema
Nao tem nada de especial
Mas tem o mais importante:
O sentimento.....
Portanto, acho que cumpri um dever
E também acho que um dia,
Se tiver de escolher,
Vou escolher-te a ti..
Que me das alegria!!!!
Muitos beijinhos
E boas férias
Eu adoro-te
Espero que sintas o mesmo....
Adeus...
29 dezembro 2006
Carta de Natal para os meus pais:
Adultos:
Sabem o que um anjo me disse?
Que o Mundo foi bom enquanto durou!
Mas eu discordo....
Porque o Mundo ainda é bom!
O quê? Há alguém que discorda?
Então que levante a mão!
Ah! Bem me parecia que não!
Tantas coisas que fiz
Tantas coisas que disse
E nada com sentimento!
As vezes que quis chorar
E que vocês me ignoraram!
E que depois me chamaram
À espera que eu fosse correr
Para vocês, quando nunca mereceram isso!
Depois, ficam tristes?
Não, nem por isso!
Mas eu posso me enganar
E, sem eu ver, vocês estarem a chorar!
Que tipo de pessoa sou eu
Para não dar valor às vossas lágrimas
Ao sofrimento...
Eu digo-vos:
Sou humana!
Os humanos são humanos
Não há mesmo nada a fazer!
Ou se calhar até há:
Uma coisa má
Que sabemos fazer:
Esquecer!
Esquecer as pessoas
Que estiveram do nosso lado
Esquecer as pessoas
Que nos têm amado...
Mas esquecer as pessoas
Que não nos apoiaram
Que não nos amaram...
Isso é uma tarefa difícil!
À vezes, eu penso:
- Porque estou eu aqui?
Mas que pergunta tola...
Quantas vezes quis fugir daqui?
Eu queria mesmo, não desminto!
Mas, por favor!
Os nossos problemas resolvem-se assim?
Para mim,
O problema resolve-se
Apenas com um pedido de desculpa!
Mas os adultos
Não percebem nada disto!
Dizem que têm sempre razão
Enquanto isso não passa duma velha canção!
Não percebem que fazem os mais novos sofrer...
Por acaso pensam que eles não pensam?
Que não sabem raciocinar?
Pois então estão enganados!
Isso até os faz chorar!
É impressionante...
Este Mundo está mesmo estragado
E não, não foi a mocidade que o estragou...
Foi quem os educou!
Como querem que não gritemos
Se fazem isso em casa?
Como querem que não imitemos?
Se estão sempre a dizer
Para sermos aquilo que não somos!?
No meu parecer,
(Perdoem-me se estou enganada!)
Isto de sofrer,
É uma grande fachada!
Faz-nos querer morrer
Quando ainda podemos viver!
Nós damo-vos tantas oportunidades
Que são desperdiçadas em vão!
Para que servem, então?
Continuam a fazer “maldades”!
Espero que não levem isto a peito...
Não é nenhuma ofensa!
É mais uma das nossas coisas
Incompreensíveis!
Coisas incompreensíveis....
Que nós às vezes fazemos
Com certeza, nada de mal
Mas, mesmo assim,
Nós dizemos:
Feliz Natal!
Adultos:
Sabem o que um anjo me disse?
Que o Mundo foi bom enquanto durou!
Mas eu discordo....
Porque o Mundo ainda é bom!
O quê? Há alguém que discorda?
Então que levante a mão!
Ah! Bem me parecia que não!
Tantas coisas que fiz
Tantas coisas que disse
E nada com sentimento!
As vezes que quis chorar
E que vocês me ignoraram!
E que depois me chamaram
À espera que eu fosse correr
Para vocês, quando nunca mereceram isso!
Depois, ficam tristes?
Não, nem por isso!
Mas eu posso me enganar
E, sem eu ver, vocês estarem a chorar!
Que tipo de pessoa sou eu
Para não dar valor às vossas lágrimas
Ao sofrimento...
Eu digo-vos:
Sou humana!
Os humanos são humanos
Não há mesmo nada a fazer!
Ou se calhar até há:
Uma coisa má
Que sabemos fazer:
Esquecer!
Esquecer as pessoas
Que estiveram do nosso lado
Esquecer as pessoas
Que nos têm amado...
Mas esquecer as pessoas
Que não nos apoiaram
Que não nos amaram...
Isso é uma tarefa difícil!
À vezes, eu penso:
- Porque estou eu aqui?
Mas que pergunta tola...
Quantas vezes quis fugir daqui?
Eu queria mesmo, não desminto!
Mas, por favor!
Os nossos problemas resolvem-se assim?
Para mim,
O problema resolve-se
Apenas com um pedido de desculpa!
Mas os adultos
Não percebem nada disto!
Dizem que têm sempre razão
Enquanto isso não passa duma velha canção!
Não percebem que fazem os mais novos sofrer...
Por acaso pensam que eles não pensam?
Que não sabem raciocinar?
Pois então estão enganados!
Isso até os faz chorar!
É impressionante...
Este Mundo está mesmo estragado
E não, não foi a mocidade que o estragou...
Foi quem os educou!
Como querem que não gritemos
Se fazem isso em casa?
Como querem que não imitemos?
Se estão sempre a dizer
Para sermos aquilo que não somos!?
No meu parecer,
(Perdoem-me se estou enganada!)
Isto de sofrer,
É uma grande fachada!
Faz-nos querer morrer
Quando ainda podemos viver!
Nós damo-vos tantas oportunidades
Que são desperdiçadas em vão!
Para que servem, então?
Continuam a fazer “maldades”!
Espero que não levem isto a peito...
Não é nenhuma ofensa!
É mais uma das nossas coisas
Incompreensíveis!
Coisas incompreensíveis....
Que nós às vezes fazemos
Com certeza, nada de mal
Mas, mesmo assim,
Nós dizemos:
Feliz Natal!
Carta de Natal para o avô:
Avô:
Tu sempre me ajudaste
Mesmo sem reparares
E eu sempre fui muito ingrata
Por nunca te agradecer
Nem nunca te dizer:
Que te adoro!
Pois sim...
Adoro as tuas brincadeiras
As tuas maroteiras...
Enfim, a tua maneira de ser!
Nunca te disse nada
E ainda estou indecisa
Se te hei-de dar ou não
Isto, do coração!
És tu que me fazes sorrir
Nos momentos mais obscuros
És tu que me fazes rir
Nos momentos mais duros!
És tu o meu anjo...
Se às vezes me afastas
Se estás de mau- humor...
Eu é que assim fico!
Largo-te logo
E fico zangada!
Sei que sou muito orgulhosa...
(Admito... que mal tem?)
Mas depois isso passa-me logo
O que não sucede com mais ninguém!
Tu sempre me entendeste
E eu sentia isso mesmo sem dizeres nada!
Estás sempre aqui...
Mesmo que eu te queira ignorar
Por mais que me afaste
Tu não sais daqui...
E, mesmo sem saber,
Estou sempre ao pé de ti!
Por tudo o que fizeste
Eu devo dizer obrigada...
Ajudaste-me no teste
E eu fiquei entusiasmada!
Por favor, nunca mudes!
Porque eu vou fazer de tudo
Para ter as tuas atitudes!
Avô:
Tu sempre me ajudaste
Mesmo sem reparares
E eu sempre fui muito ingrata
Por nunca te agradecer
Nem nunca te dizer:
Que te adoro!
Pois sim...
Adoro as tuas brincadeiras
As tuas maroteiras...
Enfim, a tua maneira de ser!
Nunca te disse nada
E ainda estou indecisa
Se te hei-de dar ou não
Isto, do coração!
És tu que me fazes sorrir
Nos momentos mais obscuros
És tu que me fazes rir
Nos momentos mais duros!
És tu o meu anjo...
Se às vezes me afastas
Se estás de mau- humor...
Eu é que assim fico!
Largo-te logo
E fico zangada!
Sei que sou muito orgulhosa...
(Admito... que mal tem?)
Mas depois isso passa-me logo
O que não sucede com mais ninguém!
Tu sempre me entendeste
E eu sentia isso mesmo sem dizeres nada!
Estás sempre aqui...
Mesmo que eu te queira ignorar
Por mais que me afaste
Tu não sais daqui...
E, mesmo sem saber,
Estou sempre ao pé de ti!
Por tudo o que fizeste
Eu devo dizer obrigada...
Ajudaste-me no teste
E eu fiquei entusiasmada!
Por favor, nunca mudes!
Porque eu vou fazer de tudo
Para ter as tuas atitudes!
Carta de Natal para a avó:
Avó:
Tu sempre trabalhaste
E quase nunca te queixaste
Por saber que tinha de ser assim!
Tu és uma pessoa exemplar
Daquelas especiais...
Cuidaste de mim
E, apesar das zangas que tivemos,
Eu continuo a gostar muito de ti!
A ti
Eu devo tudo o que sou
E tudo o que comi.
De ti
Imitei tudo o que podia
Apesar de não ter sido, assim...
Uma boa ideia para mim!
Desculpa a sinceridade,
Mas tu és um anjo...
É pena é que te tenham tirado as asas!
Mas com ou sem asas
Tu encantas na mesma!
Por isso, nunca te esqueças
Que aqui o importante é saber amar
Coisa que tu sabes e até te sobra!
Gosto mesmo muito de ti
Apesar de discutirmos muito...
Mas isso é mais um sinal
Que, para o bem e para o mal,
Iremos ficar juntas!
Juntas até ao final...
Para o bem e para o mal!!!!
Nunca te esqueças disso!
Adoro-te
Quer tu queiras quer não...
Mas adoro-te
Do fundo do coração!
Se todos fossem como tu
O Mundo não teria graça
Porque tu és única
E assim deves continuar a ser!
Quero-te desejar
Um Feliz Natal
E um bom Ano Novo
Com tudo aquilo que tu mereces!!!
Avó:
Tu sempre trabalhaste
E quase nunca te queixaste
Por saber que tinha de ser assim!
Tu és uma pessoa exemplar
Daquelas especiais...
Cuidaste de mim
E, apesar das zangas que tivemos,
Eu continuo a gostar muito de ti!
A ti
Eu devo tudo o que sou
E tudo o que comi.
De ti
Imitei tudo o que podia
Apesar de não ter sido, assim...
Uma boa ideia para mim!
Desculpa a sinceridade,
Mas tu és um anjo...
É pena é que te tenham tirado as asas!
Mas com ou sem asas
Tu encantas na mesma!
Por isso, nunca te esqueças
Que aqui o importante é saber amar
Coisa que tu sabes e até te sobra!
Gosto mesmo muito de ti
Apesar de discutirmos muito...
Mas isso é mais um sinal
Que, para o bem e para o mal,
Iremos ficar juntas!
Juntas até ao final...
Para o bem e para o mal!!!!
Nunca te esqueças disso!
Adoro-te
Quer tu queiras quer não...
Mas adoro-te
Do fundo do coração!
Se todos fossem como tu
O Mundo não teria graça
Porque tu és única
E assim deves continuar a ser!
Quero-te desejar
Um Feliz Natal
E um bom Ano Novo
Com tudo aquilo que tu mereces!!!
13 dezembro 2006
O filme do Eragon:
Um filme vai estrear
Meu Deus! Quando é que eu vou ver?!
Nao sei, mas vou querer saber
E ter alguém para me acompanhar!
O Eragon é o nome
Um filme de aventuras
É lindo e nao "come"
Palavras de ditadura.
E agora me despeço
Com muito amor e alegria!
Espero que gostem do filme
E da minha ausente companhia!
Um filme vai estrear
Meu Deus! Quando é que eu vou ver?!
Nao sei, mas vou querer saber
E ter alguém para me acompanhar!
O Eragon é o nome
Um filme de aventuras
É lindo e nao "come"
Palavras de ditadura.
E agora me despeço
Com muito amor e alegria!
Espero que gostem do filme
E da minha ausente companhia!
17 novembro 2006
Resposta da Vizinha:
Acabar com este amor, dizes?
Pois bem, se queres assim...
Mas depois não digas
Que queres voltar para mim!
Se não consegues trabalhar
Meu amigo, a culpa não é minha!
Ou será, por eu cantarolar?
Mas é que eu estou sempre sozinha...
Tu não tens o direito
De gozar com o meu sonho...
Sabes bem esse conceito?
Ou será que sou eu que o ponho?
Não estou
De acordo contigo
Porque, quem o outro sempre amou
Nunca vai aparecer nenhum perigo
No seu casamento.
Espero que entendas...
(Se não entenderes, problema teu!)
Puseste fim às lendas...Aquilo que era mesmo só meu!
(livro de portugues, auto-avaliaçao de poemas- 8º ano, inventar a resposta ao poema inicial)
Poema à mãe:
Eu vou dizer a verdade:
Nem sempre me portei bem!
Mas que importância isso tem?
Tu amas-me (não amas?!)
E isso é que é preciso.
Adoro-te mãe...
Mas eu sei
Que nunca me expressei
Duma forma tão directa...
Mas parece que atingi a minha meta
E tu já és feliz...
Mas eu continuo
A ser infeliz!
Perguntas-me “porquê”?
Porque estou arrependida.
Perguntas-me “do quê”?
De andar perdida.
Sim, eu ando perdida
No meio de tanto amor
E não gosto da minha maneira de ser
Por te estar a fazer sofrer!
Eu nunca mais
Vou poder esquecer
Isto, que apesar de não mostrar,
INSISTO:
Perdoa-me, Mãe!
Poema ao pai:
Não percebo
Porque é que tu me fazes isto...
Acredita que,
Por minha vontade,
Não fazia nada disto!
Porque é que
Eu me havia de esforçar,
Quando tu só te esforças
Para me fazer chorar?
Mas, mesmo assim,
Decidi escrever este poema..
Talvez mudes, mas talvez não!
Mas eu vou arriscar,
Se me quiseres ajudar...
Por favor, estende a tua mão.
Estende a tua mão
E agarra em mim
Para podermos voar os dois
Por muitos sítios...
Desde ali, até aqui...
E daqui até ali!
Para acabar,
Só mais uma pergunta,
Porque é que não me deste asas para voar?
Assim eu era mais feliz!
Não faças essa cara...
O que quiseres perguntar, pergunta!
Que eu nunca mais me importarei
De te responder...
Mas lembra-te:
Se algo de mau me acontecer,
Tu vais ser o último a saber!
Ou então o primeiro,
Mas por meio de outras pessoas
Aquilo que tu odeias tanto!
E assim terminei
Um trabalho que me custou muito...
Peço-te desculpa por estes versos
Injustos para ti, mas mais que justos para mim...
Mas espero que não seja sempre assim!
Não percebo
Porque é que tu me fazes isto...
Acredita que,
Por minha vontade,
Não fazia nada disto!
Porque é que
Eu me havia de esforçar,
Quando tu só te esforças
Para me fazer chorar?
Mas, mesmo assim,
Decidi escrever este poema..
Talvez mudes, mas talvez não!
Mas eu vou arriscar,
Se me quiseres ajudar...
Por favor, estende a tua mão.
Estende a tua mão
E agarra em mim
Para podermos voar os dois
Por muitos sítios...
Desde ali, até aqui...
E daqui até ali!
Para acabar,
Só mais uma pergunta,
Porque é que não me deste asas para voar?
Assim eu era mais feliz!
Não faças essa cara...
O que quiseres perguntar, pergunta!
Que eu nunca mais me importarei
De te responder...
Mas lembra-te:
Se algo de mau me acontecer,
Tu vais ser o último a saber!
Ou então o primeiro,
Mas por meio de outras pessoas
Aquilo que tu odeias tanto!
E assim terminei
Um trabalho que me custou muito...
Peço-te desculpa por estes versos
Injustos para ti, mas mais que justos para mim...
Mas espero que não seja sempre assim!
12 novembro 2006
Subscrever:
Mensagens (Atom)
