17 novembro 2006


Resposta da Vizinha:

Acabar com este amor, dizes?
Pois bem, se queres assim...
Mas depois não digas
Que queres voltar para mim!

Se não consegues trabalhar
Meu amigo, a culpa não é minha!
Ou será, por eu cantarolar?
Mas é que eu estou sempre sozinha...

Tu não tens o direito
De gozar com o meu sonho...
Sabes bem esse conceito?
Ou será que sou eu que o ponho?

Não estou
De acordo contigo
Porque, quem o outro sempre amou
Nunca vai aparecer nenhum perigo
No seu casamento.

Espero que entendas...
(Se não entenderes, problema teu!)
Puseste fim às lendas...Aquilo que era mesmo só meu!


(livro de portugues, auto-avaliaçao de poemas- 8º ano, inventar a resposta ao poema inicial)

Poema à mãe:

Eu vou dizer a verdade:
Nem sempre me portei bem!
Mas que importância isso tem?
Tu amas-me (não amas?!)
E isso é que é preciso.

Adoro-te mãe...
Mas eu sei
Que nunca me expressei
Duma forma tão directa...
Mas parece que atingi a minha meta
E tu já és feliz...
Mas eu continuo
A ser infeliz!

Perguntas-me “porquê”?
Porque estou arrependida.
Perguntas-me “do quê”?
De andar perdida.

Sim, eu ando perdida
No meio de tanto amor
E não gosto da minha maneira de ser
Por te estar a fazer sofrer!

Eu nunca mais
Vou poder esquecer
Isto, que apesar de não mostrar,
INSISTO:
Perdoa-me, Mãe!
Poema ao pai:

Não percebo
Porque é que tu me fazes isto...
Acredita que,
Por minha vontade,
Não fazia nada disto!

Porque é que
Eu me havia de esforçar,
Quando tu só te esforças
Para me fazer chorar?

Mas, mesmo assim,
Decidi escrever este poema..
Talvez mudes, mas talvez não!
Mas eu vou arriscar,
Se me quiseres ajudar...
Por favor, estende a tua mão.

Estende a tua mão
E agarra em mim
Para podermos voar os dois
Por muitos sítios...
Desde ali, até aqui...
E daqui até ali!

Para acabar,
Só mais uma pergunta,
Porque é que não me deste asas para voar?
Assim eu era mais feliz!

Não faças essa cara...
O que quiseres perguntar, pergunta!
Que eu nunca mais me importarei
De te responder...

Mas lembra-te:
Se algo de mau me acontecer,
Tu vais ser o último a saber!
Ou então o primeiro,
Mas por meio de outras pessoas
Aquilo que tu odeias tanto!

E assim terminei
Um trabalho que me custou muito...
Peço-te desculpa por estes versos
Injustos para ti, mas mais que justos para mim...
Mas espero que não seja sempre assim!

12 novembro 2006

Para que serve a guerra?
Só para causar mal entendidos...
Para que serve a Terra?
Só para viver de mil e um perigos.

Perigos esses,
Que nos fazem chorar
E que depois nos tocam
Com medo de acabar.

09 novembro 2006

Espero que alguém saiba
o que é a privacidade
pois eu nao a vou explicar!

Espero que as pessoas saibam
que não se deve mexer nas coisas dos outros
sem autorização
e sem respeito, também não!

Espero que tu saibas
que é muito feio
o que tu fizeste...
por isso, nao o voltes a fazer!